Fã de Carteirinha: Anderson Andrade!

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Eu, nascendo em Vênus de Filipe Catto:

Foi através de Vênus que conheci Filipe Catto. Eu já escutava algumas coisas de seus trabalhos anteriores, mas sendo franco, ir a fundo e conhecer mesmo foi agora, na recente era do disco Catto. Eu me apaixonei por esse álbum tão envolvente e pessoal de sua carreira, pelas performances andrógenas, pelos looks e makes ousados, por ser uma nova forma aflorada do Filipe na qual fui me entregando e me identificando.

Lembro-me que o clipe de Lua Deserta veio como um furacão em cima de mim. Não apenas musicalmente, mas a força cinematográfica desse clipe mexeu muito comigo. Ver Filipe dançando, hipnotizando e sensualizando no meio do deserto de areia dourada foi incrível. E de lá pra cá comecei a segui-lo sempre.

Que eu me lembre, Filipe quase nunca veio aqui pro interior de São Paulo. Acho que nunca fez um show aqui em Ribeirão Preto. Eu sou de Sertãozinho, uma cidade ao lado  e digo Ribeirão por ser a cidade grande mais próxima de mim para rolar um evento assim. E coloquei na minha cabeça que desse tempo pra cá, eu precisava completar o cronograma de fã quando um artista que gostamos lança um disco, que é desde o momento das composições, vê-lo entrar em estúdio, gravar seu disco, lançar seu disco e por fim assistir à um show da turnê do disco lançado. E foi nesse ano de 2019, em maio mais precisamente, que eu consegui realizar meu sonho de ir na turnê do Nascimento de Vênus. Foi por volta das 12h de um domingo de sol morno, na Virada Cultural de São Paulo, ali na República. Quando Filipe entrou no palco cheio de velas e conchas cantando Como um Raio eu disse por dentro: obrigado a todas as forças por esse momento. Foi um show incrível e emocionante, ele estava com um macacão verde prateado envolvente e posso dizer de boca cheia que foi um dos melhores shows da minha vida. Lembro-me também que logo após o show, ele atendeu o público, e quando chegou a minha vez eu mal acreditava no que estava acontecendo. Entreguei a ele o meu exemplar do disco Catto para autografar, tiramos uma foto e batemos um papo ligeiro. Eu fiquei tão marcado por esse momento e pela acolhida, pois Filipe foi um dos únicos artistas que realmente se importou com o momento, perguntou o que eu fazia da vida, se estudava, de onde eu era, enfim; foi um marco incrível pra mim.

Desse show em diante que conheci a Klaudia do “Filipe Catto em Foco”, onde participei e ganhei uma camiseta de uma promoção e fui me envolvendo cada vez mais com a arte de Filipe. Uma das músicas que mais amo de seu trabalho é Torrente. A invocação final que diz “Força divina que move, todo tempo, pela rosa-dos-ventos transborde-me, em natureza, dos abismos, das sereias” virou praticamente um bordão pra mim. E que  por sinal foi baseado nesse trecho que me inspirei pra ganhar o concurso acima do “Em Foco”.

E agora, o que eu posso esperar de uma nova era que está por vir? Um Filipe envolvido em todas as suas artes passadas com uma pitada de inovação. Afinal, como até ele já disse em uma live, fazer mais do mesmo não tem graça, esperem o novo com sabor de novo. E eu mal posso esperar para esse novo vir, haha. Enfim, obrigado Filipe Catto por estar presente em meu meio musical. Sua arte me aflora. Espero encontrar-te em breve em um novo show pela estrada. Eu amo você!!! ❤️

(Anderson Andrade, SP)

1 Comment

  1. É incrível como a arte de Filipe toca às pessoas e a gente se apaixona por ele. Eu também amo Filipe Catto. Eu também descobri novos sentimentos e sensações na arte e na pessoa de Filipe Catto.

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