Fã de Carteirinha: Luis Guilherme Libório

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Falar de Filipe Catto é sempre um desafio e uma honra; felicita-me viver na mesma época que um artista tão grande, generoso e que transborda tanta luz e talento.

Conheci o Filipe há alguns anos, por volta de 2012, quando vi sua participação cantando SAGA num show da Ana Carolina, me apaixonei de imediato tanto pela música quanto por aquele artista inusitado dando um baile de entrega e interpretação, e que ao mesmo tempo tornava tudo tão natural. Desde então, passei a acompanhar o Filipe e buscar mais sobre seu trabalho, o que só resultou em mais admiração, paixão e inspiração. Lembro-me do primeiro show que fui, era aniversário do Memorial da América Latina; fiquei extasiado com toda aquela reverência e entrega no palco, sem contar a acessibilidade e o carinho para com os fãs. Daí em diante, todo show que tinha do Filipe, lá estava eu.

Suas letras sempre conversaram muito comigo e com o que eu vivenciava naquele momento, o que resultou em uma eterna “ADORAÇÃO” por ele. Sem contar suas interpretações únicas e profundas. Ouso dizer que o Filipe veio para mudar o cenário da nova geração de artistas brasileiros, sem sombra de dúvidas um contemporâneo à la David Bowie, Madonna, Michael Jackson e outros tantos artistas mágicos e a frente do seu tempo.

Ouvir/assistir o Filipe é viciante, não é atoa que instiguei família e amigxs e a cada nova pessoa que apresento seu trabalho, de certo torna-se fã de imediato. É mágico ver o crescimento e amadurecimento a cada novo álbum, show e encontro e, confesso que me orgulha ser fã de um astro tão representativo e místico como ele.

Há pouco tempo tive o prazer e a honra de estar mais próximo do Filipe e sentir ainda mais sua energia e vibração, ele tem algo próprio que te inquieta, aguça os sentidos e inspira. Ninguém é o mesmo depois de um encontro com o Filipe… atingimos um estado de graça e metamorfose. E dentre as várias composições do Musx-Dyvx-Sereyx-Mutante, as que me marcam como tatuagem são; “adoração”, “saga”, “lua deserta”, depois de amanhã”, crime passional” e “torrente”, está ultima, por ser uma das mais recentes, mas também, por me fazer sair do próprio corpo e viajar incansavelmente para o mais íntimo e profundo de mim.

Não caberiam palavras, adjetivos ou reverências para demonstrar meu carinho e gratidão ao Filipe, ainda mais nesses 10 anos de uma carreira tão árdua, linda, mágica e profunda. Só desejo muita luz, axé, poesia, música, sucesso, muito amor e muitas alegrias. Que venham mais 10×10 anos de muitas coisas boas. E que a cada novo ciclo possas vivenciar e potencializar tudo de mais bélico e dyvino que existe!

Kiss, kiss… 🥰
Luis Guilherme Libório

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