Memória: Jim Morrison

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“Se minha poesia pretende atingir alguma coisa, é libertar as pessoas dos limites em que se encontram e que se sentem”.
Jim Morrison

JIM MORRISON – O FOGO QUE NÃO SE APAGA
(Christina Eloi)

Jim Morrison (1943-1971) foi um cantor, compositor e poeta norte-americano. Vocalista da banda The Doors faleceu precocemente, em 3 de julho, com apenas 27 anos de idade.

O poeta Morrison era aclamado pela juventude como um ícone libertário, um crítico do autoritarismo e do American way of life. Autoridades americanas o viam como um agitador, um militante anti-Guerra do Vietnã, alguém identificado com o ideário do movimento New Left (Nova Esquerda), combatido por Washington. A ficha do líder do The Doors era conhecida pelo FBI. Morrison cantava ‘Queremos o mundo e o queremos agora’.

Jim Morrison era o nome artístico de James Douglas Morrison. Ele nasceu em Melbouene, Flórida, Estados Unidos, no dia 8 de dezembro de 1943. Durante sua adolescência começou a escrever poesias. Em 1961, morando em Washington, graduou-se na George Washington High School. Em 1964, ingressou no curso de cinema na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

Em 1965, depois de formado, junto com o amigo Ray Manzarek criou a banda de rock, “The Doors”, nome inspirado no livro The Doors of Perception, de Aldous Huxley. O grupo era formado por Morrison (voz), Manzarek (teclado), Krieger (guitarra) e Densmore (bateria).

O álbum de estreia do grupo, intitulado “The Doors”, foi lançado em janeiro de 1967, e conta com diversas músicas de autoria de Morrison. Com o lançamento do segundo single, “Light My Fire” a banda tornou-se um grande sucesso e com performances polêmicas, se destacaram como um símbolo da contracultura norte-americana.

Em 1967, a banda lançou seu segundo disco intitulado “Strange Days”. Com as apresentações escandalosas de Jim Morrison, o grupo conquistou os adolescentes e em suas apresentações ao ar livre, ocorreram situações descontroladas entre os fãs e a polícia.

Em 1968, o grupo iniciou uma turnê pela Europa. Em Amsterdã, Morrison não se apresentou, pois havia perdido os sentidos pelo uso de drogas.

Em março de 1969, durante um concerto no Dinners Key Auditorium, em Miame, depois de atitudes ditas obscenas, Morris foi preso e diversos shows foram cancelados.

Após a gravação do último disco, em abril de 1971, Morrison seguiu para Paris com a companheira Pamela Courson com o objetivo de descansar, mas continuou envolvido nas drogas e álcool. Em julho foi encontrado morto na banheira do apartamento que morava com Pamela. Muito se especula sobre sua morte, mas até hoje a causa não foi divulgada. Depois de sua morte, dois volumes de poesias foram publicados.

Mais de quatro décadas depois, quem poderá afirmar com certeza se a morte de Morrison foi provocada por um infarto, possivelmente pelo excesso de álcool e drogas, se foi resultado de uma overdose de heroína, como se sugeriu, ou se alguma das teorias tem um fundo de verdade? Morrison viveu intensamente seus 27 anos (ou mais). Em uma de suas canções, ele dizia: “Cancele minha inscrição para a ressurreição”. Uma vida assim basta.

Fonte: https://www.ebiografia.com/jim_morrison/
Fonte: http://super.abril.com.br/cultura/jim-morrison-o-tempo-nao-apaga/

 

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